terça-feira, 6 de maio de 2014

De uns tempos pra cá sinto que há pessoas que se têm aproveitado de mim, fazem-se amigas, pedem conselhos, dou o que posso por elas... E no fim elas falham. É tão ruim quando isso acontece, são pessoas ingratas!

Eu quando dou um pouco de mim aos outros não é por estar à espera de algo em troca, mas no mínimo consideração, porém me parece que nem todas as pessoas sabem o que é isso. Juro que faço um esforço para passar ao lado dessas pessoas, mas não é fácil, pois se um dia fizeram parte das pessoas em que compartilhei meus momentos, é porque alguma coisa significavam para mim. Queria saber como esquecer todo aquele companheirismo que parecia existir.


Pretendo enterrar tais amizades, e começar a compreender que a vida é assim mesmo. VÃO UNS E VÊM OUTROS!

domingo, 4 de maio de 2014

Ser feliz é um dever


NÃO SEI. NÃO ENTENDO. DESCONHEÇO.

Vivo me perguntando como viver sem saber o que será das próximas linhas? Como continuar na mesma estrada sem entender a realidade de cada coisa? Como fazer meu momento? Como ser feliz agora? Como fazer tais perguntas se desconheço todas as possibilidades de respostas? Pode ser simples, mas aqui dentro habita uma complexidade e uma confusão sem remédio, pelo menos nesse segundo, que é passageiro.

Tenho vários lados que sempre me confundem. Um deles é o lado racional que repete o tempo todo: não queira o que não é seguro, não queira. Também tenho um lado bobo que diz: deixa rolar, deixa. Bem, quero dizer que na minha cabeça existem muitos zum-zum-zuns. Domá-los é mais difícil do que se pensa. Escolher qual levar a sério, mais ainda. Só que decidi algo que talvez me ajude qual lado seguir. Decidi não mais me entristecer pelo o que não ouço ou leio. Decidi que no próximo amanhecer só vou pensar no que tenho de bom, vou rasgar o modelo de perfeição que desenhei, pois nada é perfeito e também não preciso ser.

Eu sei que posso me segurar em Deus, que tudo sabe. Posso também me escorar no tempo, que tudo revela. Eu posso muita coisa. Pensando assim, eu não quero estar enganada, em meio a essa confusão devo sim saber de alguma coisa, saber qual caminho seguir.


Descobri nas entrelinhas que a vida é muito mais. O que ela me reserva vai além, bem além de tudo que minha mente limita enxergar. Afinal de contas há sempre um ponto de luz à espera. Nunca mais vou sorrir sem vontade ou falar palavras amorosas porque acho que sei o que os outros querem ouvir. A partir de o próximo amanhecer, vou viver minha vida sem medo de ser feliz. E mesmo carregando algumas interrogações, é pra lá que eu vou. Vou para aquele ponto de luz que está à minha espera. Quem sabe assim as coisas ficam mais claras e eu possa pegar uma estrada mais segura. Quem sabe.


Poderá me custar algumas lágrimas, falta de apetite e umas noites sem dormir. Ainda assim será melhor do que uma vida inteira cheia de arrependimentos com o peso de uma má escolha. Ser feliz é um dever. Abro mão do que for preciso e do que acho que preciso, só para me ver feliz. Custe o que custar.