sábado, 26 de abril de 2014

Acho incrível e ao mesmo tempo desprezível essa capacidade que o ser humano tem de condenar as pessoas sem ao menos tentar compreende-las primeiro. Avaliar mais a aparência do que o conteúdo em si. Se mostrar superior aos demais mesmo sabendo que sem eles não seria o que é. É tão hipócrita julgar alguém para se auto glorificar, montar um status para si que na verdade não existe, diminuir o próximo para se sentir superior.
Ao contrário de algumas pessoas eu não ligo pra isso, prefiro ser do meu jeitinho sem querer demais e nem cobrar demais de mim coisas tão fúteis como: ter roupas de marca. Eu não sei nem o nome da cor do esmalte que eu uso, se o esmalte for vermelho ou será vermelho escuro ou claro. Tenho tantas coisas pra me preocupar, pra ter que ficar pensando um modo de me mostrar superior para a sociedade.
Pode até parecer esquisito, mas prefiro ter amigos que falem coisas não tão interessantes, do que ter amigos supostamente “populares” para a sociedade e que não tem nem um pouco sequer de sabedoria interior, que fiquem falando mal sempre de outras pessoas para se sentir bem.

Para mim nem o status do lugar aonde vou importa, porque o que melhora qualquer ambiente é a companhia. Prefiro ser espontânea ao ponto de rir de bobagens que me dizem, prefiro ser livre nas minhas ideias completamente loucas, confusas, ilimitada, desgovernada, prefiro ser eu mesma, prefiro tudo do meu jeito meio atrapalhado, do que ter que fingir ser alguém que não sou para agradar os outros.