quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Mil desculpaaaas...

Aqui estou eu, quase 1 mês sem escrever no blog, outra vez...

Nossa como está difícil se organizar nesse final de ano... São tantos eventos hahaha
Venho com novidades para o ano que vem, vou mudar o assunto do blog, quero que seja mais pessoal, vou contar minha rotina para vocês, assim também, já é uma forma para eu escrever mais aqui, né? Porque olha minha vida dá um livro kkkkk
Acredito que irei continuar um pouco ausente neste finalzinho de ano, porque estou muito enrolada mesmo, vocês não tem noção. Mil desculpas, é que tô sem tempo até pra editar aqueles textinhos do rascunho, sabe, que sempre tem, rss. Mas, assim que o ano começar eu venho com tudo! Não quero perder o hábito de escrever e de compartilhar sentimentos com vocês, me faz tão bem...

Então é por isso, meus amores, que eu não vou deixar o blog morrer kkk. Ressuscito-o assim que possível!


Beijinhos ;*

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Uma tarde ensolarada

"SABER ENVELHECER É TER BRILHO NA ALMA E MAGIA EM SI"

Neste final de semana, sentada na areia da praia, na cidade de Santos, encontrei uma jóia valiosa, o Sr. Pakerson. Oitenta e dois anos, boa aparência, ainda que velho, arrumado nos seus trajes de praia, chapéu, sentado em uma cadeira de plástico, em baixo de um guarda sol, na beira do mar, o Sr. Pakerson serenamente tocava sua flauta, em tons tão calmos quanto a sua aparência.





Aaah, Sr Pakerson, se você soubesse o quanto me fascinou vê-lo tocar tão serenamente sua flauta, sentado na beira do mar.


Eu queria envelhecer como ele, com a alma viva, brilho nos olhos e na face, alegrando as pessoas, simplesmente, com sua presença e sua melodia, em um dia ensolarado.

Eu queria envelhecer assim “molinha”, sem amargura, dura e cheia de cascas.

Aquela cena me encantou. Parei. Não me contive e fui um pouco mais perto e fiquei ouvindo... Ele tocava bem e sem pressa, tinha tanta calma... uma paz... era um tocar de quem já viveu muito e sabe que a pressa não combina com as mais belas poesias. Fui chegando mais perto, sem querer invadir, sentando cada vez mais pertinho, até que estava lá, bem do lado dele, olhando aquela paisagem maravilhosa do mar e me deliciando com a música e com aquele momento de paz inusitado.

Comecei então a observar as pessoas. Tinha umas que passavam batido pelo sopro da flauta. Outras sorriam, algumas paravam e esperavam que ele terminasse uma música para parabenizá-lo. Algumas pessoas sentaram-se, maravilhados com a música, como eu, e o Sr. Pakerson, aaah... Esse sorria, dava pra perceber em seus olhos o quanto estava feliz com a platéia.

Mas o que será que existia de tão encantador, no Sr. Pakerson, que foi capaz de me dispersar por um longo tempo, fiquei me perguntando.

E não fiquei nem um pouco surpresa quando a resposta que veio até mim foi: VIDA! Sim, existia vida na sua alma, na sua música, no seu sorriso.

Mesmo com a idade avançada, ele continuava vivo! E isso torna uma pessoa inesquecível no seu ato de brilhar, acreditem. Tinha um brilho extraordinário naquele sorriso, naqueles olhos, naquela música que brotava não só do sopro na flauta, mas de seu coração.

Depois de um tempinho ali, criei laços com o Sr. Pakerson, mesmo que momentâneos. Eu tinha vontade de aprender com ele, então puxei conversa. E ele foi me contando, gentilmente, sobre sua paixão pela música e queria tocar algo que eu conhecesse, queria agradar... tocava uma música e em seguida me perguntava:

- Essa você conhecia?

Aos 82 anos, sendo tão gentil com uma estranha, querendo agradar através de sua música.

Preciso dizer mais alguma coisa?

Todos nós sabemos que vamos envelhecer, é a lei da natureza. Não há como evitar!
Mas, que bela arte é envelhecer sem perder o brilho na alma. Que coisa linda, envelhecer sem perder a doçura de um sorriso.

Vocês tinham que ver o sorriso do Sr. Pakerson, juro, com todas minhas forças, era pura MAGIA!

Minha conclusão sobre essa tarde incrível que pude vivenciar, é que eu gostaria de envelhecer como ele, lá, sentado à beira do mar, tocando levemente sua flauta. Eu queria envelhecer assim, com brilho nos olhos, brilho na alma, encantando as pessoas com um sorriso. Eu queria envelhecer exatamente desta forma, “molinha”, sem me tornar amarga e cheia de cascas, sem se tornar dura. Eu queria envelhecer me sentindo sempre uma menina, que sorri com o coração.

Eu não tenho como agradecer, e explicar em mais palavras, a sensação que aquela música, aquele sorriso, aquele brilho nos olhos e na alma, me trouxe neste dia ensolarado. Obrigada Sr. Pakerson! :)

terça-feira, 18 de novembro de 2014

EU VOLTEI, AGORA PRA FICAR!!! ♪♫





EU VOLTEI GENTEEEEE, E NÃO ESTOU NEM ACREDITANDO!


Há um pouco mais de três meses, a pessoa aqui, deixou vocês! Maas... Eu voltei, e agora pra ficar, de verdade! HAHAHA \o/

Cara, como é bom poder dar vida ao blog de novo :) Sabe aquela sacudida que seu bom senso te dá de vez em quando? É, há uns 20min, tive esse “balangandã”. rs

Meu sumiço é por conta da faculdade. Ainda estou na correria, não acabou por completo. :/ Faltam algumas provas e entregas de trabalhos, mas pulem comigo se puderem... FALTA SÓ 1 SEMANA PARA O FINAL DO SEMESTRE!! Vocês não sabem a felicidade que isso me traz, enfim, vou poder tirar aqueles textos do rascunho, uhuuul...



Estou eufórica né? Peraí, vamos respirar.......... UFA, voltando rsrsrs


Eu adoro o curso de jornalismo, mas, devo confessar que tira muito tempo e pede extrema concentração. E olha que estou só na metade do curso. Eu sei que é um saco ficar lendo/ouvindo pessoas reclamando do quanto estão cansadas, fazendo isso e aquilo, que normas da ABNT são uma filha de uma égua bem safada e coisas assim, por isso, evitei escrever aqui, porque reclamar seria inevitável. Mas agora eu retorno aos poucos e com força total!!


Nesses três meses além de estar escrevendo (nos rascunhos do blog, rs) eu pensei bastante em tudo que eu quero daqui para frente e muitas ideias apareceram na minha mente. Vou tentar também compartilhar mais textos pessoais. Eu pensei muito, muito e ainda não decidi se deixo o blog como está, só levando textos (meio que de alto ajuda, confesso hahaha) ou se vou para algo mais pessoal. Eu tenho medo de mudanças e de me desfazer de algo que amo muito, porque o blog foi criado para que eu lembre quais foram “meus primeiros rabiscos”, mas isso é tópico para outro post. Kkkkk não vamos perder o foco, que é a volta do meu lindo espaço virtual ♥


Só o que eu posso adiantar é que parado ELE NÃO FICA MAIS.






ESTOU OFICIALMENTE DE VOLTA!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A vontade de escrever!


Tem dias que não dá, mesmo que esteja só eu, meus pensamentos, e o computador, as palavras não saem, e ver aquela tela em branco que insiste em não ser preenchida assusta e muito. Então vêm algumas perguntas: Será que não tenho mais ideias para escrever? Será que não terei mais inspirações inesperadas? Será que não sei mais transformar meus pensamentos em palavras?

Esse paradoxo de querer escrever e não desejar escrever me perturba de uma forma contínua, porque significa que, no momento minha alma se encontra desabitada. Não há pauta, muito menos texto pedindo para sair. Quando está tudo calmo e sereno dentro de mim parece que alguma coisa está errada. Tal silêncio indica turbulências logo à frente.

Fico extremamente feliz quando os textos me interrompem com muita violência, exigindo ser escritos imediatamente. Gosto também daqueles que chegam de uma forma mais suave e esperam pacientemente um dia, uma semana, um mês, um ano, ou até uma vida. De um jeito ou de outro gosto da sensação de ter o que escrever, de ter uma pauta para seguir e deixar fluir a imaginação. Sinto-me completamente perdida quando me vejo sem ideias ou inspirações para mostrar algo novo. Imagine como é ruim não ter palavras nem para escrever na folha de seu diário. É, tem dias que não dá!!

Não sei se conseguiria explicar com palavras toda minha vontade de escrever. Queria ter pautas para poder escrever todos os dias. E, hoje percebi que posso ter essas pautas que procuro, depois de várias recusas, decidi que iria honrá-las, até esse paradoxo de querer escrever e não desejar escrever poderia virar texto e eu não terminaria meu dia sem escrevê-lo, independentemente da pauta.


Decidi ser firme, constrangi o desejo a agir, coloquei-o contra a parede e o fiz falar. Como eu não tinha nenhum ponto de partida quis o provocar com duas pergunta que me ajudaria a iniciar: “Por que você está sem ideias?” “Por que você está imóvel?” Ele em troca me respondeu com mais duas perguntas: “Por que você não busca descobrir?” “Por que você não escreve para tentar me decifrar?”. E assim, desse modo nada simples resultou este texto. A minha imensa vontade de escrever foi finalmente honrada. Querendo ou não o desejo teve que atuar. E para todos aqueles que se encontram assim às vezes vão entender essas palavras, e para os que não se encontram... Bom... Para quem sabe ler pingo é letra!!!!

terça-feira, 29 de julho de 2014

Xô tristeza!

De repende parece que tudo vai desabar, parece que tudo vai dar errado pra sempre, parece todos conspiram contra você. E aí eu me pego pensando e chorando seco sem entender o que acontece.
Acho estranhamente louco esse tempo que passa e me deixa eufórica do nada, do mesmo modo que me deixa cabisbaixo sem motivo algum. Aliás, motivos têm, mas me pergunta se eu sei quais são, pois é... Me pego triste e nem mesmo sei onde foi que nasceu esse sentimento.

Sinto-me melhor ao pensar que não sou a única “louca” com essas tristezas ocultas. Sei que tem mais pessoas que se sentem assim, começam a chorar do nada, sentem um aperto no peito e quando aparece alguém e pergunta o que está acontecendo, a única resposta que vem na cabeça é o “EU NÃO SEI”. Confuso né???! A vida realmente não é fácil, mas ninguém nunca disse que seria, e sim que valeria a pena, então com tristezas ocultas ou não, não tenho outra escolha a não ser seguir em frente.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

É claro que eu me arrependo...

Nunca tive dúvida de que aquela frase "não me arrependo de nada que fiz, e sim pelo do que não fiz" era muito clichê, e também nunca entendi muito bem e, se entendi, nunca concordei.
Até porque ninguém acerta sempre. E quem erra, é lógico que se arrepende, é natural, pois ninguém gosta de errar. E muito menos erra de propósito. É claro que com esses mesmos erros, aprendemos muito, evoluímos e crescemos. Mas o grande fato de se arrepender não significa recusar esse aprendizado. Pelo menos em minha opinião, é muito pelo contrário, é assumir essa lição e querer colocá-la em prática.
Em uma pequena busca no dicionário, achamos o significa de arrependimento, que quer dizer “Mudança de Mentalidade”. Ou seja, alguém que se arrependeu mudou de opinião. Simples assim...
Seguindo essa linha de raciocínio constatamos que “o que está feito, está feito. Não se pode voltar atrás”, portanto vamos usar o que essa experiência nos trouxe de bom, certo??! Vamos aprender para agir de forma diferente na próxima vez. Então essa frase “ninguém pode voltar atrás” é um fato, mas, e se pudesse?
Ter o pensamento de que "se não tivesse errado, não teria aprendido", cá entre nós, é de uma falta de inteligência tamanha. Até por que, ninguém precisa se queimar pra saber que não se deve brincar com fogo. Mas, se existe situações que precisamos passar para aprendermos... Que passemos por elas uma única vez. E já está de bom tamanho, não é mesmo? rsrs

EU ME ARREPENDO DE MUITAS COISAS.

Daquelas coisas que fiz: Arrependo-me de ser incisiva demais em algumas situações, de ter falado muita coisa na hora errada e outras coisitas.

Daquelas coisas que não fiz: Arrependo-me de não ter andado de patins por muitas vezes (coisa que eu amava), de não ter feito exercícios por preguiça, de não ter corrido o máximo que eu podia para pegar um ônibus e depois fiquei parada por horas no ponto.




SEM MAGÓAS OU MELANCOLIA, QUE AS EXPERIÊNCIAS NOS LEVEM PARA O ALTO E AVANTE... AFINAL DE CONTAS “MEU CARO”, ISSO É VIVER! 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

O que eu diria para o meu futuro eu se o encontrasse daqui a 15 anos?

Recentemente, tive a ideia de escrever uma carta para o futuro, porque acho surpreendentes os lugares que a vida nos leva, aqueles que nunca imaginamos estar. Mas que conselhos eu daria para aquela que, provavelmente, saberá mais sobre a minha própria vida do que poderia imaginar hoje em dia? O que eu diria ao meu futuro eu se o encontrasse daqui a 15 anos?
E então eu decidi avançar um pouco no tempo, dar um pulinho no futuro e tomar um drink comigo, aos 35 anos de idade.
Fiquei muito impressionada quando me encontrei e vi que eu não mudei tanto assim. Continuo magra e mesmo com algumas rugas a mais no rosto, ele transmite uma alegria que me faz parecer mais jovem do que eu realmente sou.
Como o tempo que eu tinha comigo mesma era pouco, decidi ir direto ao ponto.
Sua maior escolha foi sempre ser jovem, ou ao mesmo parecer. A idade é apenas um número que indica quantas oportunidades já tivemos de aprender sobre a vida. Continua jovem aquelas pessoas que sempre acham que tem algo a aprender, que não acham que estão velhos demais para tentar algo novo e quebrar a cara. Você foi aprendendo que para ser eternamente jovem, devia manter a mente ativa e não deixar que a idade diminuísse sua curiosidade e vontade de explorar o mundo. Ah, desencane de todos os comentários que os outros fazem até mesmo aqueles que te deixam com vergonha da sua atitude e até das suas vestimentas, pois você não é velha demais para usar aquela mini-saia, você cuidou das suas pernas todos esses anos para isso.
Seus hábitos diários vão continuar sendo muito importantes para a sua saúde. Por falar em hábitos, por favor, morra se exercitando. Eu sei que é cansativo e com o tempo o corpo deve ficar cada vez mais cansado (eu já sinto a diferença hoje, imagine daqui a 15 anos), mas o exercício foi o que te manteve com esse corpão até hoje, por isso, não pare nunca.
Dance muito, mas muito mesmo! Isso sempre te fez um bem extra e se fizer algum tempo que você não vai a uma balada, eu sugiro que convide suas amigas imediatamente para uma.
Não perca nenhum tempo, nem mesmo 05 segundos desejando que você pudesse ter feito algo diferente. Você sempre fez o melhor que pôde naquele determinado momento e as coisas são como tem de ser.
Para finalizar, gostaria de te agradecer por você ter cuidado tão bem da minha pele, da minha mente, da minha saúde e do meu corpo até hoje. Você não imagina o quanto eu fiquei feliz quando vi que aos 35 anos ainda vou dar um caldo kkkk. Realmente essa história de estudar felicidade te fez bem né? Dá para ver no castanho dos seus olhos o brilho de alegria.
Esta chegando a hora de me despedir. Cuide-se. Vejo-te daqui a 15 anos...
Que legal! Haha Eu tenho certeza de que vai ser muito interessante ler esse texto quando eu tiver 35 anos e relembrar o momento em que eu o escrevi.

Acho que seria maravilhoso se todo mundo pudesse fazer esse exercício. Por isso convido todos a baterem um papo com seu “futuro eu” daqui a 15 anos.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Diga adeus ao conto de fadas


Tudo começou com uma jovem menina que sonhava com o seu príncipe encantado. Ela cresceu e o sonho morreu. Fim.
Seria cômico se não fosse trágico. rsrs
Alguns acham que uma pessoa precisa de anos para amadurecer, mas às vezes uma situação que você passa em alguns dias te faz ser alguém diferente da que você sempre foi. Na verdade, te faz crescer e enxergar as coisas de forma mais clara. Começar a agir em sua vida como um divisor de águas. Tais mudanças te levam a entender o verdadeiro sentido de suas emoções que estavam todas bagunçadas, e assim te fazem começar a praticar o desapego. É... Aquele mesmo que o Caio Fernando Abreu tanto fala.
Costumo não entender o porquê essa palavra “desapego” assusta tanto, é tão bom desapegar de coisas, ideias e pessoas. Já vi tantas pessoas praticando o desapego e sendo rotuladas como infelizes que chega a ser até engraçado a forma como são tratadas. Aquele ar de dó das pessoas me dá enjoo. É difícil para algumas dessas pessoas entenderem que ali começou a habitar alguém que quer viver, e não é aquele viver que a gente fala quando está sofrendo por amor. Não. É viver de verdade, sem nenhuma interrupção sentimentalista. Desapegar é estar aberta para novos aprendizados, novas experiências, uma nova vida. E isso é um fato porque todos nós deveríamos saber que não podemos viver experiências pelo próximo, e não tem outro jeito, temos mesmo que crescer por si só. Na verdade, tem outro jeito sim... Crescer por si só e crescer por si só. Só assim amadurecemos.
Quando estávamos em nosso processo de crescimento (diga-se de passagem, muito chato) sempre exigimos de nossos pais que eles não se metessem em nossas vidas, que nos deixassem fazer delas o que nós quiséssemos fazer. E eles deixaram de certa forma, porque sabiam que não poderiam viver tudo por nós sempre. Temos que aprender a andar com nossas próprias pernas, ter nossas próprias decisões, e nossas próprias dores também, até porque ninguém é feliz o tempo todo.


Moral da história? Contos de fada são só na Disney. Desapegue! Nem que seja daquele sapato velho.

terça-feira, 6 de maio de 2014

De uns tempos pra cá sinto que há pessoas que se têm aproveitado de mim, fazem-se amigas, pedem conselhos, dou o que posso por elas... E no fim elas falham. É tão ruim quando isso acontece, são pessoas ingratas!

Eu quando dou um pouco de mim aos outros não é por estar à espera de algo em troca, mas no mínimo consideração, porém me parece que nem todas as pessoas sabem o que é isso. Juro que faço um esforço para passar ao lado dessas pessoas, mas não é fácil, pois se um dia fizeram parte das pessoas em que compartilhei meus momentos, é porque alguma coisa significavam para mim. Queria saber como esquecer todo aquele companheirismo que parecia existir.


Pretendo enterrar tais amizades, e começar a compreender que a vida é assim mesmo. VÃO UNS E VÊM OUTROS!

domingo, 4 de maio de 2014

Ser feliz é um dever


NÃO SEI. NÃO ENTENDO. DESCONHEÇO.

Vivo me perguntando como viver sem saber o que será das próximas linhas? Como continuar na mesma estrada sem entender a realidade de cada coisa? Como fazer meu momento? Como ser feliz agora? Como fazer tais perguntas se desconheço todas as possibilidades de respostas? Pode ser simples, mas aqui dentro habita uma complexidade e uma confusão sem remédio, pelo menos nesse segundo, que é passageiro.

Tenho vários lados que sempre me confundem. Um deles é o lado racional que repete o tempo todo: não queira o que não é seguro, não queira. Também tenho um lado bobo que diz: deixa rolar, deixa. Bem, quero dizer que na minha cabeça existem muitos zum-zum-zuns. Domá-los é mais difícil do que se pensa. Escolher qual levar a sério, mais ainda. Só que decidi algo que talvez me ajude qual lado seguir. Decidi não mais me entristecer pelo o que não ouço ou leio. Decidi que no próximo amanhecer só vou pensar no que tenho de bom, vou rasgar o modelo de perfeição que desenhei, pois nada é perfeito e também não preciso ser.

Eu sei que posso me segurar em Deus, que tudo sabe. Posso também me escorar no tempo, que tudo revela. Eu posso muita coisa. Pensando assim, eu não quero estar enganada, em meio a essa confusão devo sim saber de alguma coisa, saber qual caminho seguir.


Descobri nas entrelinhas que a vida é muito mais. O que ela me reserva vai além, bem além de tudo que minha mente limita enxergar. Afinal de contas há sempre um ponto de luz à espera. Nunca mais vou sorrir sem vontade ou falar palavras amorosas porque acho que sei o que os outros querem ouvir. A partir de o próximo amanhecer, vou viver minha vida sem medo de ser feliz. E mesmo carregando algumas interrogações, é pra lá que eu vou. Vou para aquele ponto de luz que está à minha espera. Quem sabe assim as coisas ficam mais claras e eu possa pegar uma estrada mais segura. Quem sabe.


Poderá me custar algumas lágrimas, falta de apetite e umas noites sem dormir. Ainda assim será melhor do que uma vida inteira cheia de arrependimentos com o peso de uma má escolha. Ser feliz é um dever. Abro mão do que for preciso e do que acho que preciso, só para me ver feliz. Custe o que custar.

sábado, 26 de abril de 2014

Acho incrível e ao mesmo tempo desprezível essa capacidade que o ser humano tem de condenar as pessoas sem ao menos tentar compreende-las primeiro. Avaliar mais a aparência do que o conteúdo em si. Se mostrar superior aos demais mesmo sabendo que sem eles não seria o que é. É tão hipócrita julgar alguém para se auto glorificar, montar um status para si que na verdade não existe, diminuir o próximo para se sentir superior.
Ao contrário de algumas pessoas eu não ligo pra isso, prefiro ser do meu jeitinho sem querer demais e nem cobrar demais de mim coisas tão fúteis como: ter roupas de marca. Eu não sei nem o nome da cor do esmalte que eu uso, se o esmalte for vermelho ou será vermelho escuro ou claro. Tenho tantas coisas pra me preocupar, pra ter que ficar pensando um modo de me mostrar superior para a sociedade.
Pode até parecer esquisito, mas prefiro ter amigos que falem coisas não tão interessantes, do que ter amigos supostamente “populares” para a sociedade e que não tem nem um pouco sequer de sabedoria interior, que fiquem falando mal sempre de outras pessoas para se sentir bem.

Para mim nem o status do lugar aonde vou importa, porque o que melhora qualquer ambiente é a companhia. Prefiro ser espontânea ao ponto de rir de bobagens que me dizem, prefiro ser livre nas minhas ideias completamente loucas, confusas, ilimitada, desgovernada, prefiro ser eu mesma, prefiro tudo do meu jeito meio atrapalhado, do que ter que fingir ser alguém que não sou para agradar os outros.


terça-feira, 11 de março de 2014

Inexplicavelmente Aconteceu

Esse é o final do meu primeiro desafio como escritora, meu conto "Inexplicavelmente Aconteceu". Ele teve uma inspiração secreta que irá sempre fazer parte da minha vida, e com suas 30 páginas fez de alguma forma com que eu eternizasse um sentimento que tomou conta de mim ainda que por pouco tempo. Espero um dia poder publicá-lo, para que outras pessoas possam ter a mesma sensação que tive ao escrevê-lo.
- As lágrimas caem dos seus olhos e te entristecem só até o momento que você permitir. Portanto, enxugue-as e se permita ser feliz!